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segunda-feira, 13 de abril de 2026

Prece da manhã


 

Senhor,
Ampara-nos, a fim de que o nosso sentimento se harmonize com a tua vontade e que possamos, cada dia, ser instrumentos vivos e operosos da paz e do amor, do aperfeiçoamento e da alegria, de acordo com a tua Lei.

Meimei

Deus fiel


 

“Saibam disto: O Senhor, o seu Deus, é Deus, o Deus fiel, que mantém a sua aliança e a sua misericórdia para com aqueles que o amam e guardam os seus mandamentos, até mil gerações.”

Dt 7:9

domingo, 12 de abril de 2026

Terço da Divina Misericórdia


 

Terço da Divina Misericórdia
Para rezar a o Terço da Divina Misericórdia pode-se usar um terço normal. Seguir a sequência abaixo.
 
NO INÍCIO:
- Sinal da Cruz
- Pai Nosso
- Ave Maria
- Credo
 
Nas CONTAS MAIORES do Terço, ao rezar o Pai Nosso reza-se:
Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e Sangue, a Alma e Divindade de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e do mundo inteiro.
 
Nas CONTAS MENORES do Terço, ao rezar a Ave Maria, reza-se:
Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.
 
NO FINAL:
INVOCAÇÃO. No final do terço, reza-se por três vezes:
Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro.
 
ORAÇÃO CONCLUSIVA (opcional)
Deus, Pai Misericordioso, que revelaste Teu amor em Teu Filho Jesus Cristo, e o derramaste sobre nós no Espírito Santo, confiamos-Te hoje o destino do mundo e de cada homem. Dobra-te sobre nós pecadores, cura nossa fraqueza, vence todo o mal, deixa que todos os habitantes da Terra experimentem a Tua misericórdia, para que em Ti, o Deus Trino, possam sempre encontrar a fonte da esperança. Pai Eterno, pela dolorosa Paixão e Ressurreição de Teu Filho, tem piedade de nós e do mundo inteiro. Amém.
 
Fonte: Vatican News

A Hora da Misericórdia


 

A hora da morte de Jesus, às três da tarde, é um momento privilegiado na devoção à Divina Misericórdia. Nessa hora, nos colocamos em espírito sob a cruz de Cristo para suplicar misericórdia para nós e para o mundo pelos méritos de Sua Paixão.
Às três horas da tarde – disse Jesus à Ir. Faustina – implora a Minha misericórdia especialmente pelos pecadores e, ao menos por um breve momento, reflete sobre a Minha Paixão, especialmente sobre o abandono em que Me encontrei no momento da agonia. Essa é a Hora da grande misericórdia para o mundo inteiro (D. 1320).
Cabe esclarecer aqui que não se trata de 1 hora completa (60 minutos), mas do momento da agonia de Jesus na cruz, ou seja, da oração das três horas da tarde.[...]
 
Leia mais em www.santafaustina.com.br



2º domingo da Páscoa


 

2º domingo da Páscoa
(Jo 20,19-31)
Ressuscitado, Jesus vai ao encontro dos discípulos para lhes conferir a paz. Esta paz, no entanto, não pode ser confundida com a pax romana, da tolerância e da troca. Cristo, com sua vitória, apazigua a história do ser humano com a morte existencial que o atormenta de todos os lados e o faz sofrer. Sua ressurreição quer nos arrancar do medo da morte. Por esta perspectiva, a dúvida de Tomé é compreensível: como uma comunidade que viu a ressurreição pode continuar trancafiada e com medo? Da mesma forma, os que não creem hoje precisam mais do que palavras: precisam também tocar o corpo ressurreto de Jesus, que se pode encontrar apenas numa comunidade que dá o testemunho do amor, inclusive aos inimigos.
 
Frei Jorge Lisot, OFM
Folhinha do Sagrado Coração de Jesus
...
 
“Hoje, celebramos o 2º Domingo da Páscoa, conhecido como o Domingo da Divina Misericórdia, instituído por São João Paulo II no ano 2000. Este dia nos convida a contemplar o coração de Cristo Ressuscitado, que transborda de misericórdia para com a humanidade. A Páscoa não é apenas um evento do passado, mas uma fonte viva de graça que nos renova hoje. A Divina Misericórdia nos lembra que Deus não se cansa de perdoar e acolher cada um de nós, mesmo em nossas fraquezas. [...]
Que neste domingo possamos abrir nossos corações à misericórdia de Deus e levá-la ao mundo, vivendo como verdadeiros discípulos do Ressuscitado. Amém.”
(Via CNBB)

Nosso Salvador


 

“O Senhor não é o Salvador que te obriga a amá-Lo e a dar-Lhe a vida, mas antes Aquele por quem deves deixar-te amar sem reservas.”

Cardeal François-Xavier Van Thuan

sábado, 11 de abril de 2026

A vida


 

A vida é um hino de louvor a Deus, um poema de beleza, convite perene à gratidão.
Por isso, há somente razões para o agradecimento e bem poucas necessidades para solicitações.
Seja a tua, a gratidão silenciosa, que opera no bem, porque este é o estímulo constante da tua existência.
 
Joanna de Ângelis