O profeta Jeremias exalta esta virtude, dizendo: “Bendito o homem que confia no Senhor, cuja esperança é o Senhor; é como a árvore plantada junto às águas, que estende as raízes em busca da umidade, por isso não teme a chegada do calor: sua folhagem mantém-se verde, não sofre míngua em tempo de seca e nunca deixa de dar frutos” (Jer 17,7-8).
É a esperança em Deus que faz a diferença dos que creem: “Ó Senhor, Deus poderoso do universo, feliz quem põe em vós sua esperança!” (Sl 83,13); por isso, São Paulo diz que: “A esperança não decepciona” (Rm 5,5).
A esperança não nos deixa desanimar, mesmo em meio às aflições e tribulações da vida. Santo Agostinho recomendava: “De nada desesperes enquanto estás vivo. Nada estará perdido enquanto estivermos em busca”. Quanto maior a esperança, tanto maior a união com Deus. Nossa esperança não pode ser incerta, pois ela se apoia nas promessas divinas, São Paulo disse: “Na esperança é que fomos salvos” (Rom 8,24). Nessa certeza, São Pedro pedia a seus filhos: “estai preparados para dizer aos outros a razão da nossa esperança” (1Pe 3,15).
Fonte: Canção Nova