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Imagem da reflejosdeluz.net

sexta-feira, 3 de abril de 2026

Sexta-feira da Paixão do Senhor


 

Eis a doação perfeita do amor: o Redentor aniquilou-se a si mesmo, humilhando-se na morte de cruz, para que tivéssemos a vida e a salvação. Abraçou a cruz, silencioso. Os poderosos a serviço do pecado julgaram e condenaram o Inocente. Em Cristo, a mentira e a ganância, a distinção e o prestígio não têm lugar. Nele somente são possíveis o amor e a misericórdia. Quem quiser segui-lo, é isso que Ele nos propõe.

Sexta-feira da Paixão – Paixão do Senhor


 

Paixão do Senhor

(Jo 18,1-19,42)

Na tarde da Sexta-feira Santa celebramos a Paixão do Senhor e adoramos a sua cruz. Jesus sofreu a traição de Judas, a negação de Pedro, foi flagelado e recebeu uma coroa de espinhos. Sua glorificação brotou do seu sofrimento. A entronização de Jesus foi a sua cruz. Elevado na cruz, Cristo entrou em sua glória. A cruz é o verdadeiro sacrifício pascal que congrega o povo da nova e eterna aliança. Do lado aberto de Jesus pela lança jorraram sangue e água, sacramentos da Igreja. Foi por nós que Jesus se entregou e instituiu o mistério pascal. Em sua ternura, com os braços estendidos, Jesus entregou Nossa Senhora ao discípulo amado dizendo: “Esta é a tua mãe”. Contemplemos o manso Senhor Jesus. Sejamos atraídos ao seu Coração. Tudo está consumado.

Irmã Roberta Peluso, OSB – Folhinha do Sagrado Coração de Jesus

A Paixão do Redentor


 

“A Paixão do Redentor é meio eficacíssimo para destruir a inimizade e conduzir a alma à grande santidade.”

São Paulo da Cruz

quinta-feira, 2 de abril de 2026

Quinta-feira Santa

 

Celebração da Ceia do Senhor (fim do período quaresmal com a Missa do Lava-pés)

Esta é a noite santa do Senhor e nós somos chamados a mergulhar no mistério redentor de Cristo. Os gestos de Jesus, carregados de amor e de misericórdia, vêm nos ensinar a fazer da vida uma oferenda ao Senhor. Eles nos abrem a visão para um horizonte de plenitude de vida e nos deixam marcados para sempre. Mas ainda estamos muito longe de sermos chamados verdadeiramente de cristãos. Porém, o que vamos celebrar deve nos impulsionar para sermos cristãos e missionários do Reino, aqui e agora.

Nossa Senhora do Desterro


 

“Ó clementíssima Virgem Maria,
Nossa Senhora do Desterro.
Vós que sois o amparo dos desvalidos,
o consolo dos aflitos,
a fortaleza dos fracos,
o refúgio dos pecadores,
a esperança dos desesperados...
Olhai com compaixão e ternura,
para todos os vossos filhos e filhas,
desterrados neste vale de lágrimas.
Rogai a vosso Filho, Senhor nosso,
Jesus Cristo, para que nos conceda,
a graça de suportar com paciência,
as dores e tribulações desta vida.
Ó Mãe de Misericórdia,
colocai sobre nós o vosso manto protetor.
Livrai-nos dos perigos da alma e do corpo.
Alcançai-nos a saúde e a salvação.
Socorrei-nos em todas as nossas necessidades
e angústias, ó clementíssima,
ó piíssima, ó doce sempre Virgem Maria!
Amém!”
 
Sigamos confiantes no amparo materno de Nossa Senhora do Desterro! Ela intercede poderosamente por nós e nos conforta em meio às tempestades da vida.

Quinta-feira santa – Ceia do Senhor


Ceia do Senhor

(Jo 13,1-15)

“Dei-vos o exemplo para que façais o mesmo que eu vos fiz”. As palavras de Jesus não nos deixam dúvidas: o exemplo dado por Ele no lava-pés revela-se como uma face do amor cristão que implica, além do sentimento de afeto, uma disposição a oferecer aquilo que a pessoa precisa, tornando-se aquele que a comunidade cristã espera. A doação dos próprios dons e capacidades em vista do bem do outro é uma das características mais emblemáticas dos cristãos perante o mundo. Identificados como aqueles que encontram seu pleno sentido, vivendo assim por seguirem o exemplo daquele em quem depositaram a fé. Peçamos ao Pai a graça de nunca nos esquecermos do exemplo dado por seu Filho.

Frei Rodrigo da Silva Santos, OFM – Folhinha do Sagrado Coração de Jesus 

Amar o outro


 

“Jesus não te ensina a amar partindo das tuas emoções. Pelo contrário, ensina-te a amar até os teus inimigos. Amar o outro significa desejar sinceramente o seu bem e fazer qualquer coisa que seja para garantir a sua felicidade. Isto requer esquecer-se totalmente de si mesmo.”

Cardeal François-Xavier Van Thuan