Deus de amor,
visita minha casa como brisa que não fere. Estende tua luz sobre portas e
janelas, sobre os quartos que guardam sonhos e sobre a cozinha onde o alimento
vira afeto. Afasta ruídos de discórdia, ressentimentos antigos e palavras que
voltam como flechas.
Dá-nos a alegria do diálogo, o costume do perdão e a delicadeza de reparar quando erramos. Que cada objeto lembre cuidado, cada refeição celebre unidade e cada dificuldade se torne oportunidade de aproximação.
Jesus, hóspede amado, senta-te à mesa conosco; inspira conversas que curam, risos que aliviam e silêncios que acolhem. Protege os que saem e os que chegam, os que estudam, trabalham e buscam recomeços.
Guarda-nos de impaciência, inveja e medo. Ensina-nos a benzer o cotidiano com gestos simples. Se houver lembranças que doem, transforma-as em aprendizado. Que teu Espírito seja a música de fundo deste lar: mansidão, respeito e esperança. Amém.
Fonte: do
Facebook “Diário Espírita”
Dá-nos a alegria do diálogo, o costume do perdão e a delicadeza de reparar quando erramos. Que cada objeto lembre cuidado, cada refeição celebre unidade e cada dificuldade se torne oportunidade de aproximação.
Jesus, hóspede amado, senta-te à mesa conosco; inspira conversas que curam, risos que aliviam e silêncios que acolhem. Protege os que saem e os que chegam, os que estudam, trabalham e buscam recomeços.
Guarda-nos de impaciência, inveja e medo. Ensina-nos a benzer o cotidiano com gestos simples. Se houver lembranças que doem, transforma-as em aprendizado. Que teu Espírito seja a música de fundo deste lar: mansidão, respeito e esperança. Amém.
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