A partir do
Domingo de Ramos e durante os próximos dias, a Igreja celebrará intensamente a
entrega de Jesus. Sua morte, tramada e executada por autoridades políticas e
religiosas de sua época, foi verdadeiramente cruel e injusta. Contudo, quem fez
da sua vida uma vida de entregas, faria também de sua morte um perfeito ato de
oblação – oferta de amor ao Pai e sinal de amor a toda criação. É bom lembrar,
também, o que o próprio Jesus havia dito lá no Sermão da Montanha (Mt 5-7):
aqueles que buscam o Reino devem preferir “sofrer a injustiça do que causá-la,
pois é melhor ser ferido e morrer do que ser aquele que fere e tira a vida de
alguém”. A morte de Jesus, portanto, foi um ato de fidelidade – fidelidade ao
Pai e ao seu Reino.
Pe. Marcos
Ramalho - Folhinha do Sagrado Coração de Jesus
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