
Uma vez que as promessas de Deus parecem impossíveis aos seres humanos – a igualdade com os anjos em troca da mortalidade, da corrupção, da pobreza, da fraqueza, do pó e das cinzas –, Deus instituiu um mediador de Sua boa-fé: não um príncipe ou um anjo, mas Seu próprio Filho.
Deus desejou mostrar-nos, através de Seu Filho, o modo pelo qual Ele nos levaria ao objetivo que Ele próprio prometera. (Comentário do Salmo 110,3)
Oração: Como nos amastes, Ó Pai bondoso! Não perdoastes ao Vosso Filho Único! Vós O entregastes à morte por nós ímpios pecadores! Como nos amastes! (Confissões 10,43)
Do livro SANTO AGOSTINHO DIA A DIA, de John E. Rotello, O.S.A. – Ed. Loyola.
[imagem reflejosdeluz.net]
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