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quarta-feira, 1 de outubro de 2025

“Não morro, entro na vida”


 

“Não morro, entro na vida”

A frase de Santa Teresinha do Menino Jesus numa das suas últimas cartas exprime a fé que a motivou durante a sua longa e dolorosa doença.

A jovem carmelita de 24 anos, a santa da “Pequena via”, sofreu com a tuberculose durante semanas.

Suas duas irmãs, Madre Inês (Paulina) e Irmã Genoveva (Celina), ao atuarem como cuidadoras e enfermeiras de Santa Teresinha, tomaram nota de todas as palavras da moribunda.

Neste pequeno trecho extraído dos últimos encontros entre elas, a fé de Santa Teresinha aparece em todo o seu esplendor: ela sabe que, depois da sua morte, estará ainda mais próxima de todas as pessoas que conheceu e amou.

“O abade disse-me: ‘Terás de fazer um grande sacrifício quando deixares as tuas irmãs ...’ Respondi: ‘Mas, padre, acho que não as deixarei; pelo contrário, estarei ainda mais perto delas depois de minha morte’”.

O relato dos seus últimos dias revela também o seu abandono total na confiança e no amor, culminando com esta última palavra proferida no dia da sua morte, 30 de setembro de 1897, ao olhar para o seu crucifixo:

“Meu Deus ... eu te amo!”

Apaixonada por Deus e heroica, sua mensagem é cheia de realismo, esperança e alegria.

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Artigo de Marzena Devoud – publicado no portal Aleteia, em 01/10/21.

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