Dia do irmão
“Orar por alguém é dizer ‘eu te amo’ escondido. É abraçá-lo invisivelmente.”
Chico Xavier
Orar por um
irmão é visitá-lo em silêncio.
Ele talvez nem saiba. Pode estar longe, distraído, cansado, atravessando um dia difícil sem coragem de pedir socorro. Mas, quando alguém se recolhe e o entrega a Deus com ternura, alguma coisa se move onde os olhos não alcançam.
A prece não invade. Não exige resposta. Não cobra mudança imediata. Apenas se aproxima com cuidado, como quem ajeita uma coberta sobre os ombros de alguém adormecido.
Há irmão que colocamos na oração porque ainda dói em nós. Há outro, porque é parte da nossa gratidão. Há aquele irmão que já partiu, aquele que ficou, aquele que se perdeu de si mesmo, aquele que nos feriu e ainda assim precisa de luz. Deus entende o nome do irmão antes mesmo que a boca consiga dizê-lo.
Quando você ora por um irmão, não está fazendo pouco.
Está enviando uma espécie de abraço sem peso. Uma flor sem endereço. Um copo d’água espiritual deixado à porta de quem tem sede e talvez nem saiba. Muitas vezes, o irmão não muda no mesmo instante, mas recebe um alívio discreto, uma inspiração, uma calma inesperada, uma proteção que passa perto sem se anunciar.
A prece sincera nunca se perde.
Ela segue pelos caminhos do Alto como bilhete simples escrito com o coração. Às vezes chega como força para quem quase desistiu. Às vezes como sono tranquilo. Às vezes como uma ideia boa no meio da confusão. Às vezes apenas como companhia invisível, dessas que impedem a alma de se sentir completamente sozinha.
Por isso, ore pelo irmão, ore por quem você ama.
Ore também por aquele que você ainda não consegue compreender.
Nem sempre podemos estar perto, resolver, convencer, abraçar com as mãos. Mas podemos pedir a Deus que vá aonde o nosso corpo não vai.
E quando uma oração nasce limpa, sem orgulho, sem domínio, sem exigência, ela se transforma num modo silencioso de dizer:
“Que a luz te encontre, mesmo quando eu não puder.”
(Texto
adaptado)
“Orar por alguém é dizer ‘eu te amo’ escondido. É abraçá-lo invisivelmente.”
Chico Xavier
Ele talvez nem saiba. Pode estar longe, distraído, cansado, atravessando um dia difícil sem coragem de pedir socorro. Mas, quando alguém se recolhe e o entrega a Deus com ternura, alguma coisa se move onde os olhos não alcançam.
A prece não invade. Não exige resposta. Não cobra mudança imediata. Apenas se aproxima com cuidado, como quem ajeita uma coberta sobre os ombros de alguém adormecido.
Há irmão que colocamos na oração porque ainda dói em nós. Há outro, porque é parte da nossa gratidão. Há aquele irmão que já partiu, aquele que ficou, aquele que se perdeu de si mesmo, aquele que nos feriu e ainda assim precisa de luz. Deus entende o nome do irmão antes mesmo que a boca consiga dizê-lo.
Quando você ora por um irmão, não está fazendo pouco.
Está enviando uma espécie de abraço sem peso. Uma flor sem endereço. Um copo d’água espiritual deixado à porta de quem tem sede e talvez nem saiba. Muitas vezes, o irmão não muda no mesmo instante, mas recebe um alívio discreto, uma inspiração, uma calma inesperada, uma proteção que passa perto sem se anunciar.
A prece sincera nunca se perde.
Ela segue pelos caminhos do Alto como bilhete simples escrito com o coração. Às vezes chega como força para quem quase desistiu. Às vezes como sono tranquilo. Às vezes como uma ideia boa no meio da confusão. Às vezes apenas como companhia invisível, dessas que impedem a alma de se sentir completamente sozinha.
Por isso, ore pelo irmão, ore por quem você ama.
Ore também por aquele que você ainda não consegue compreender.
Nem sempre podemos estar perto, resolver, convencer, abraçar com as mãos. Mas podemos pedir a Deus que vá aonde o nosso corpo não vai.
E quando uma oração nasce limpa, sem orgulho, sem domínio, sem exigência, ela se transforma num modo silencioso de dizer:
“Que a luz te encontre, mesmo quando eu não puder.”

Nenhum comentário:
Postar um comentário