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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Pedido de socorro e de justiça



Salmo 27
(Heb. 28)
De Davi.
É para vós, Senhor, que ergo meu clamor. Ó meu apoio, não fiqueis surdo à minha voz; não suceda que, vós não me ouvindo, eu me vá unir aos que desceram para o túmulo.
Ouvi a voz de minha súplica quando clamo, quando levanto as mãos para o vosso templo santo.
Não me deixeis perecer com os pecadores e com os que praticam a iniquidade, que dizem ao próximo palavras de paz, mas guardam a maldade no coração.
Tratai-os de acordo com as suas ações, e conforme a malícia de seus crimes. Retribuí-lhes segundo a obra de suas mãos; dai-lhes o que merecem,
pois não atendem às ações do Senhor nem às obras de suas mãos. Que Ele os abata e não os levante.
Bendito seja o Senhor, que ouviu a voz de minha súplica; nele confiou meu coração e fui socorrido.
O Senhor é a minha força e o meu escudo! Por isso meu coração exulta e o louvo com meu cântico.
O Senhor é a força do seu povo, uma fortaleza de salvação para o que lhe é consagrado.
Salvai, Senhor, vosso povo e abençoai a vossa herança; sede seu pastor, levai-o nos braços eternamente.

[imagem reflejosdeluz.net]

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Oração da noite [3]



Salmo 4, 2-9

Quando vos invoco, respondei-me, ó Deus de minha justiça, vós que na hora da angústia me reconfortastes. Tende piedade de mim e ouvi minha oração.
Ó poderosos, até quando tereis o coração endurecido, no amor das vaidades e na busca da mentira?
O Senhor escolheu como eleito uma pessoa admirável, o Senhor me ouviu quando o invoquei.
Tremei, mas sem pecar; refleti em vossos corações, quando estiverdes em vossos leitos, e calai.
Oferecei vossos sacrifícios com sinceridade e esperai no Senhor.
Dizem muitos: Quem nos fará ver a felicidade? Fazei brilhar sobre nós, Senhor, a luz de vossa face.
Pusestes em meu coração mais alegria do que quando abundam o trigo e o vinho.
Apenas me deito, logo adormeço em paz, porque a segurança de meu repouso vem de vós só, Senhor.

[imagem da web]

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Cada Um



Cada um dá o que pensa.
Cada um cede o que tem.
Cada um encontra o que procura.
Cada um recolhe o que semeia.
Cada um aprende o que estuda.
Cada um dispõe do que entesoura.
Cada um permanece onde se coloca.
Cada um realiza o que imagina.
Cada um mentaliza o que sente.
Cada um faz o que deseja.
Cada um recebe conforme pede.
Cada um se mostra finalmente por fora como age por dentro.
Cada espírito é um mundo por si.
Cada coração é continente diverso da vida infinita.
Cada propósito é uma força.
Cada anseio é uma oração.
Cada atitude é uma causa.
Cada resolução é um movimento.
Cada existência é um livro original.
Cada gesto é uma semente que produz sempre, segundo a natureza que lhe é própria.
Guardemos, assim, a nossa bússola imantada em Jesus, na grande viagem da evolução, de vez que, de acordo com a Sabedoria Divina, "cada qual receberá do Universo, do mundo e das criaturas, de conformidade com as próprias obras".

André Luis

[imagem da web]

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

O Alfinete e a Agulha



Conta-nos uma antiga parábola que, certo dia, um alfinete e uma agulha encontraram-se numa cesta de costuras. Estando os dois desocupados, começaram a discutir, porque cada um se considerava melhor e mais importante do que o outro:
- Afinal, qual é mesmo a sua utilidade? - disse o alfinete para a agulha. - E como pensa você vencer na vida se não tem cabeça?
- A sua crítica não tem a menor procedência - respondeu a agulha rispidamente. - Responda-me agora: de que te serve a cabeça se não tem olho? Não é mais importante poder ver?
- Ora, e de que lhe vale seu olho se há sempre um fio impedindo a sua visão? - retrucou o alfinete.
- Pois fique sabendo que mesmo tendo um fio atravessando o meu olho, eu ainda posso fazer muito mais do que você.
Enquanto se ocupavam nessa discussão, uma senhora pegou a cesta de costura, desejando coser um pequeno rasgo no tapete. Enfiou a agulha com linha bem resistente e se pôs a costurar o mais rápido que pôde. De repente a linha emaranhou-se, formando uma laçada que dificultou o acabamento da costura. Apressada, a mulher deu um puxão violento que rompeu o olho da agulha.
Tendo que ultimar aquele trabalho, ela amarrou a linha na cabeça do alfinete e conseguiu dar os pontos finais; mas na hora de arrematar, a cabeça do alfinete se desprendeu. Impaciente com tudo, jogou a agulha e o alfinete na cesta e saiu resmungando.

Ambos estavam enganados: o alfinete e a agulha! Nenhum dos dois era insubstituível. Nenhum dos dois era perfeito. Nenhum dos dois era tão versátil que pudesse julgar-se com o direito de se considerar melhor do que o outro.
"Porque também o corpo não é um membro, mas muitos. Se o pé disser: Porque não sou mão, não sou do corpo; nem por isso deixará de ser do corpo. E o olho não pode dizer à mão: Não tenho necessidade de ti."

[Fonte: web]

domingo, 8 de novembro de 2009

Salmo do Rei Davi 20,1-9



Salmo do Rei Davi 20,1-9

Senhor, alegra-se o rei com o vosso poder, e muito exulta com o vosso auxílio!
Realizastes os anseios de seu coração, não rejeitastes a prece de seus lábios.
Com preciosas bênçãos fostes-lhe ao encontro, pusestes-lhe na cabeça coroa de puríssimo ouro.
Ele vos pediu a vida, vós lha concedestes, uma vida cujos dias serão eternos.
Grande é a sua glória, devida à vossa proteção; vós o cobristes de majestade e esplendor.
Sim, fizestes dele o objeto de vossas eternas bênçãos, de alegria o cobristes com a vossa presença,
pois o rei confiou no Senhor. Graças ao Altíssimo não será abalado.
Que tua mão, ó rei, apanhe teus inimigos, que tua mão atinja os que te odeiam.

[imagem reflejosdeluz.net]

sábado, 7 de novembro de 2009

Poder



A palavra poder é mal entendida. Geralmente está associada ao contexto de exercer controle sobre o outro. No entanto poder é a capacidade de manter-se livre de influência, de dependência e de escravidão. Poder significa fazer a escolha certa - agir como um mestre de si mesmo.
Brahma Kumaris

[imagem da web]

Não julgues teu irmão



André Luiz

Amigo.
Examina o trabalho que desempenhas.
Analisa a própria conduta.
Observa os atos que te definem.
Vigia as palavras que proferes.
Aprimora os pensamentos que emites.
Pondera as responsabilidades que recebeste.
Aperfeiçoa os próprios sentimentos.
Relaciona as faltas em que, porventura, incorreste.
Arrola os pontos fracos da própria personalidade.
Inventaria os débitos em que te inseriste.
Sê o investigador de ti mesmo, o defensor do próprio coração, o guarda de tua mente.
Mas, se não deténs contigo a função do juiz, chamado à cura das chagas sociais, não julgues o irmão do caminho, porque não existem dois problemas, absolutamente iguais, e cada espírito possui um campo de manifestações particulares.
Cada criatura tem o seu drama, a sua aflição, a sua dificuldade e a sua dor.
Antes de julgar, busca entender o próximo e compadece-te, para que a tua palavra seja uma luz de fraternidade no incentivo do bem.
E, acima de tudo, lembra-te de que amanhã, outros olhos pousarão sobre ti, assim como agora a tua visão se demora sobre os outros.
Então, serás julgado pelos teus julgamentos e medido, segundo as medidas que aplicas aos que te seguem.

[imagem da web]