Sofrimento é
sempre um mal, mas quem ama o sofredor e tem compaixão, faz brotar a mais bela
forma de amor. Esse amor subversivo nasce nas entranhas. Ao vestir as sandálias
e sentir a dor do outro, tornamo-nos humanos. Transcendemos a fraqueza em força
divina. Sem compaixão a justiça morre. Compaixão não é piedade. Compaixão é
luta contra a crueldade pessoal e política. É uma virtude, pois exige esforço.
Jesus a viveu na carne: “Tenho compaixão da multidão, pois faz três dias que
estão sem comer” (Mc 8,2). Jesus sente dores nas entranhas e convoca para a
partilha dos pães e peixes. Um menino começa a distribuir o pouco que tinha e o
milagre acontece. Compassivamente amorosos.
Prof.-Dr.
Fernando Altemeyer Junior - Folhinha do Sagrado Coração de Jesus
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