Contemplar-te é
mergulhar o olhar no invisível, em pleno mistério de Deus.
Não tens um semblante de Evangelho como o Cristo, nem uma face de Pai; mesmo renunciando a te imaginar um rosto, queremos aderir a ti com todas as nossas forças.
Não tens um semblante porque és o fogo do amor que reúne os semblantes do Pai e do Filho, para não formar senão um só numa sublime fusão. Vives nos semblantes de outrem, como sua vida mais secreta, e és tu que nos revelas o autêntico semblante do Salvador, bem como o do Pai Celeste. És abismo de profundidade, recôndito inexpugnável e inexprimível, impossível de se representar em traços delimitados.
Tu és o sopro que emana do Pai e do Filho e que vem animar nosso espírito, formar-nos uma feição espiritual. Tu és a respiração de nossa alma, o pensamento de nosso pensamento, o impulso de nossa vontade, a força de nosso amor. Tu és a vida divina que vem nos fazer viver o Cristo, que invade nosso ser para transfigurá-lo.
Tu nos ultrapassas infinitamente e no entanto, és tão íntimo a nós; não resides num longínquo abstrato, mas no concreto palpitante de nossa existência.
Contemplar-te é deixar-nos tomar pela torrente de um amor que transborda e se apossa de toda a nossa pessoa humana.
(Do site Aleteia
- Fonte: franciscanos.org.br)
Não tens um semblante de Evangelho como o Cristo, nem uma face de Pai; mesmo renunciando a te imaginar um rosto, queremos aderir a ti com todas as nossas forças.
Não tens um semblante porque és o fogo do amor que reúne os semblantes do Pai e do Filho, para não formar senão um só numa sublime fusão. Vives nos semblantes de outrem, como sua vida mais secreta, e és tu que nos revelas o autêntico semblante do Salvador, bem como o do Pai Celeste. És abismo de profundidade, recôndito inexpugnável e inexprimível, impossível de se representar em traços delimitados.
Tu és o sopro que emana do Pai e do Filho e que vem animar nosso espírito, formar-nos uma feição espiritual. Tu és a respiração de nossa alma, o pensamento de nosso pensamento, o impulso de nossa vontade, a força de nosso amor. Tu és a vida divina que vem nos fazer viver o Cristo, que invade nosso ser para transfigurá-lo.
Tu nos ultrapassas infinitamente e no entanto, és tão íntimo a nós; não resides num longínquo abstrato, mas no concreto palpitante de nossa existência.
Contemplar-te é deixar-nos tomar pela torrente de um amor que transborda e se apossa de toda a nossa pessoa humana.
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