1ª
sexta-feira do mês
Sempre de
novo a cruz. Sempre de novo a cruz em que está suspenso o mais belo de
todos os filhos dos homens. Os tempos passam e nós continuamos “assombrados”.
Um Deus inédito que não pede sacrifícios, mas que se sacrifica a si mesmo.
Enamoramento de sua parte pedindo correspondência de nossa parte. Como
Francisco de Assis diante do crucifixo de São Damião, como o centurião que
procurou Jesus em busca da cura do empregado, como o ladrão que vai ser levado
para a pátria. Todos encantados. Na cruz há luminosidade, beleza, sedução. A
beleza suprema aconteceu fora dos muros de Jerusalém, numa colina em que Deus
se deixa pregar nu para morrer de amor. O fundamento belo do cristianismo: uma
morte por amor.
Frei Almir
Ribeiro Guimarães, OFM - Folhinha do Sagrado Coração de Jesus
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