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sexta-feira, 7 de agosto de 2026

Sempre de novo a cruz


 

1ª sexta-feira do mês

Sempre de novo a cruz. Sempre de novo a cruz em que está suspenso o mais belo de todos os filhos dos homens. Os tempos passam e nós continuamos “assombrados”. Um Deus inédito que não pede sacrifícios, mas que se sacrifica a si mesmo. Enamoramento de sua parte pedindo correspondência de nossa parte. Como Francisco de Assis diante do crucifixo de São Damião, como o centurião que procurou Jesus em busca da cura do empregado, como o ladrão que vai ser levado para a pátria. Todos encantados. Na cruz há luminosidade, beleza, sedução. A beleza suprema aconteceu fora dos muros de Jerusalém, numa colina em que Deus se deixa pregar nu para morrer de amor. O fundamento belo do cristianismo: uma morte por amor.

Frei Almir Ribeiro Guimarães, OFM - Folhinha do Sagrado Coração de Jesus

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