Tu em quem o
Pai e o Filho são um, faze que sejamos um como eles e neles.
Tu que exprimes a unidade da família divina, vem assegurar a unidade da comunidade humana.
Desenvolve em todos os homens, e mais especialmente entre os cristãos, o desejo da unidade, e torna este desejo mais eficaz.
Reúne cada vez mais a humanidade na unidade da verdade por uma melhor acolhida da Revelação e pelo desenvolvimento de uma mesma fé.
Une os homens numa caridade mais sincera, num respeito mútuo e numa colaboração mais generosa.
Afirma em nós a vontade de superar as desavenças, e evitar a violência, os conflitos, a opressão ou a exploração dos fracos.
Multiplica os contatos entre aqueles que são separados pelo muro do ódio e da desconfiança, e favorece uma estima recíproca onde dominam o desacato e o desprezo.
Dispõe-nos a grandes esforços pessoais em vista da unidade; arranca-nos a nossos preconceitos malévolos e abre-nos mais largamente à compreensão do outro.
Faze-nos descobrir mais claramente as possibilidades e meios de união; incita-nos a estimular as aproximações e as amizades.
Ajuda-nos a consentir em todos os sacrifícios para uma unidade mais profunda de pensamentos e de corações em torno de nós.
Do Livro
“Preces ao Espírito Santo”, de J. Galot, S.J., Edições Paulinas/1981
(Do site Aleteia - Fonte: franciscanos.org.br)
Tu que exprimes a unidade da família divina, vem assegurar a unidade da comunidade humana.
Desenvolve em todos os homens, e mais especialmente entre os cristãos, o desejo da unidade, e torna este desejo mais eficaz.
Reúne cada vez mais a humanidade na unidade da verdade por uma melhor acolhida da Revelação e pelo desenvolvimento de uma mesma fé.
Une os homens numa caridade mais sincera, num respeito mútuo e numa colaboração mais generosa.
Afirma em nós a vontade de superar as desavenças, e evitar a violência, os conflitos, a opressão ou a exploração dos fracos.
Multiplica os contatos entre aqueles que são separados pelo muro do ódio e da desconfiança, e favorece uma estima recíproca onde dominam o desacato e o desprezo.
Dispõe-nos a grandes esforços pessoais em vista da unidade; arranca-nos a nossos preconceitos malévolos e abre-nos mais largamente à compreensão do outro.
Faze-nos descobrir mais claramente as possibilidades e meios de união; incita-nos a estimular as aproximações e as amizades.
Ajuda-nos a consentir em todos os sacrifícios para uma unidade mais profunda de pensamentos e de corações em torno de nós.
(Do site Aleteia - Fonte: franciscanos.org.br)
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