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domingo, 12 de abril de 2026

2º domingo da Páscoa


 

2º domingo da Páscoa
(Jo 20,19-31)
Ressuscitado, Jesus vai ao encontro dos discípulos para lhes conferir a paz. Esta paz, no entanto, não pode ser confundida com a pax romana, da tolerância e da troca. Cristo, com sua vitória, apazigua a história do ser humano com a morte existencial que o atormenta de todos os lados e o faz sofrer. Sua ressurreição quer nos arrancar do medo da morte. Por esta perspectiva, a dúvida de Tomé é compreensível: como uma comunidade que viu a ressurreição pode continuar trancafiada e com medo? Da mesma forma, os que não creem hoje precisam mais do que palavras: precisam também tocar o corpo ressurreto de Jesus, que se pode encontrar apenas numa comunidade que dá o testemunho do amor, inclusive aos inimigos.
 
Frei Jorge Lisot, OFM
Folhinha do Sagrado Coração de Jesus
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“Hoje, celebramos o 2º Domingo da Páscoa, conhecido como o Domingo da Divina Misericórdia, instituído por São João Paulo II no ano 2000. Este dia nos convida a contemplar o coração de Cristo Ressuscitado, que transborda de misericórdia para com a humanidade. A Páscoa não é apenas um evento do passado, mas uma fonte viva de graça que nos renova hoje. A Divina Misericórdia nos lembra que Deus não se cansa de perdoar e acolher cada um de nós, mesmo em nossas fraquezas. [...]
Que neste domingo possamos abrir nossos corações à misericórdia de Deus e levá-la ao mundo, vivendo como verdadeiros discípulos do Ressuscitado. Amém.”
(Via CNBB)

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