Partindo dali,
Jesus viu um homem chamado Mateus, que estava sentado no posto do pagamento das
taxas. Disse-lhe: Segue-me. O homem levantou-se e o seguiu. Como Jesus
estivesse à mesa na casa desse homem, numerosos publicanos e pecadores vieram e
sentaram-se com ele e seus discípulos. Vendo isto, os fariseus disseram aos
discípulos: “Por que come vosso mestre com os publicanos e com os pecadores?”
Jesus, ouvindo isto, respondeu-lhes: “Não são os que estão bem que precisam
de médico, mas sim os doentes. Ide e aprendei o que significam estas palavras:
Eu quero a misericórdia e não o sacrifício (Os 6,6). Eu não vim chamar os
justos, mas os pecadores.”
(Mt 9,9-13)
Refletindo...
- “Pois eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores”. O olhar de Jesus não censura nada de nós; ele vem para nos chamar para fora da nossa escuridão.
- O amor de Deus não é como de alguma categoria religiosa perdida, pelo contrário, realiza inesperadamente aquilo que outros cuidadosamente evitam: ama o que não é amável e, por isso mesmo, salva-o.
(Excertos do
artigo “Deus faz o que os outros evitam: Ele ama o que é difícil de amar”
publicado no site Aleteia em 03/07/22)
- “Pois eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores”. O olhar de Jesus não censura nada de nós; ele vem para nos chamar para fora da nossa escuridão.
- O amor de Deus não é como de alguma categoria religiosa perdida, pelo contrário, realiza inesperadamente aquilo que outros cuidadosamente evitam: ama o que não é amável e, por isso mesmo, salva-o.
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