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domingo, 30 de dezembro de 2012

SAGRADA FAMÍLIA (Lc 2,41-52)


Diante da ausência de Jesus, Maria e José retornam para Jerusalém e, aflitos, não descansam enquanto não o encontram. Trata-se de uma das dores de Nossa Senhora, pois para ela ficar sem o Filho era motivo de grande aflição. Assim também inúmeras mães que são privadas do convívio com seus filhos, pelos mais diversos motivos, vivem com o coração chagado pela dor e pela tristeza. Rezemos hoje por todas as famílias que infelizmente não podem viver harmonicamente em união e paz. Que a Família Sagrada abençoe e proteja todas as nossas famílias brasileiras e que nossas crianças possam crescer junto aos seus pais em sabedoria, idade e graça diante de Deus e das pessoas.

Frei Diego Atalino de Melo, OFM – Folhinha do Sagrado Coração de Jesus

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FAMÍLIA E NATAL


Família
Laboratório de amor e de tolerância,
projeto divino.
Laboratório de união e respeito às diferenças,
projeto divino.
Lugar de comum-união,
comunhão fraterna.
Exercício do amor de Deus
para que o Natal se faça todos os dias.

Sandra Medina Costa

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terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Meu Natal de todo dia

Meu Natal de todo dia
me mostra um mundo alheio
à consciência de que Jesus
não fica aguardando o dezembro
para renascer bonitinho,
deitado na manjedoura,
cercado de animaizinhos.

(A propósito, vale lembrar
que nessa imagem, desde sempre internalizada,
os animaizinhos não estão servidos em bandeja,
e, sim, vivos.).

Meu Natal de todo dia
me instiga a ver o Cristo
em cada face que encontro.
Meu Deus, mas quão difícil tarefa!
Dentro de mim a luta se trava,
pois quantas vezes a visão se turva,
numa reta, numa curva,
numa esquina qualquer,
em rostos anônimos,
corpos rotos,
criança, homem, mulher...

Meu Natal de todo dia
quer ser verdade, caminho,
vida plena de alegria.

Sandra Medina Costa

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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Ontem, o 3º DOMINGO DO ADVENTO

(Lc 3,10-18)
O Evangelho de hoje mostra alguns requisitos fundamentais para se construir uma nova história, a mudança de vida, tais como: a partilha, o não acúmulo, o perdão, cultivar um espírito generoso, não ser corrupto. Requisitos estes, importantes para o seguimento de Jesus Cristo, aquele que há de vir. O advento é sempre um tempo propício para refletirmos sobre nossa vida. Como estamos vivendo nossa fé? Como assumimos nosso batismo? Onde posso ser melhor? Perguntas que devem sempre nos levar a uma conversão, uma mudança de vida. Preparar os caminhos para a vinda do Senhor, preparar nosso coração para o nascimento do Salvador. Que nossa comunidade eclesial seja manjedoura aconchegante para todos que dela se aproximarem.

Frei James uiz Girardi, OFM – Folhinha do Sagrado Coração de Jesus
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(Lc 3,10-18)

(Lc 3,10-18)

10. Perguntava-lhe a multidão: Que devemos fazer?
11. Ele respondia: Quem tem duas túnicas dê uma ao que não tem; e quem tem o que comer, faça o mesmo.
12. Também publicanos vieram para ser batizados, e perguntaram-lhe: Mestre, que devemos fazer?
13. Ele lhes respondeu: Não exijais mais do que vos foi ordenado.
14. Do mesmo modo, os soldados lhe perguntavam: E nós, que devemos fazer? Respondeu-lhes: Não pratiqueis violência nem defraudeis a ninguém, e contentai-vos com o vosso soldo.
15. Ora, como o povo estivesse na expectativa, e como todos perguntassem em seus corações se talvez João fosse o Cristo,
16. ele tomou a palavra, dizendo a todos: Eu vos batizo na água, mas eis que vem outro mais poderoso do que eu, a quem não sou digno de lhe desatar a correia das sandálias; ele vos batizará no Espírito Santo e no fogo.
17. Ele tem a pá na mão e limpará a sua eira, e recolherá o trigo ao seu celeiro, mas queimará as palhas num fogo inextinguível.
18. É assim que ele anunciava ao povo a boa nova, e dirigia-lhe ainda muitas outras exortações.

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domingo, 9 de dezembro de 2012

2º DOMINGO DO ADVENTO

(Lc 3,1-6)
Pregação de João Batista. João prepara o povo "pregando um batismo de conversão para o perdão dos pecados". Ele é a voz que clama no deserto. Convida todos à conversão interior. Prepara o coração para ser morada de Deus; insiste na mudança de vida, em deixar de procurar os próprios interesses e voltar para o Senhor. Deus oferece a salvação a todas as pessoas, em todos os tempos. Somos chamados a voltar o coração para Ele. Precisamos nos vigiar para não ocuparmos nosso coração com muitas coisas e esquecermos o essencial. O cristão, todos os dias, é convidado à conversão, a ser a voz do que clama nos "desertos" de hoje e que busca aplainar os caminhos pela prática da justiça e do amor, do perdão e da misericórdia.

Ir. Jailda Rocha Caetité, CFA.  Petrópolis/RJ - Folhinha do Sagrado Coração de Jesus

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Lc 3,1-6


Lc 3,1-6
1. No ano décimo quinto do reinado do imperador Tibério, sendo Pôncio Pilatos governador da Judeia, Herodes tetrarca da Galileia, seu irmão Filipe tetrarca da Itureia e da província de Traconites, e Lisânias tetrarca da Abilina,
2. sendo sumos sacerdotes Anás e Caifás, veio a palavra do Senhor no deserto a João, filho de Zacarias.
3. Ele percorria toda a região do Jordão, pregando o batismo de arrependimento para remissão dos pecados,
4. como está escrito no livro das palavras do profeta Isaías (40,3ss.): Uma voz clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas.
5. Todo vale será aterrado, e todo monte e outeiro serão arrasados; tornar-se-á direito o que estiver torto, e os caminhos escabrosos serão aplainados.
6. Todo homem verá a salvação de Deus.

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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Isaías 26

1. Naquele tempo será cantado este cântico na terra de Judá: Nós vimos uma cidade forte, em que se pôs por proteção muro e antemuro.
2. Abri as portas, deixai entrar um povo justo, que respeita a fidelidade,
3. que tem caráter firme e conserva a paz, porque tem confiança em vós.
4. Tende sempre confiança no Senhor, porque o Senhor é o rochedo perene.
5. Ele derrubou os que habitavam nas alturas e destruiu a cidade soberba; derrubou-a por terra e ao nível do chão a reduziu.
6. Ela é calcada aos pés pela plebe, sob os passos dos indigentes.
7. O caminho do justo é reto; vós aplanais a senda do justo.
8. Seguindo a vereda de vossos juízos, Senhor, nós vos esperamos; por vosso nome e vossa memória nossa alma aspira.
9. Minha alma vos deseja durante a noite e meu espírito vos procura desde a manhã. Quando vossos juízos se exercem sobre a terra, os habitantes do mundo aprendem a justiça.
10. Porém, se se perdoar o ímpio, ele não aprenderá a justiça; na terra da retidão ele se entregará ao mal e não verá a majestade do Senhor.
11. Senhor, vossa mão está levantada sem que o percebam. Que vejam vosso ardente amor por vosso povo, e sejam confundidos; e que o fogo, bom para os vossos inimigos, os devore.
12. Senhor, proporcionai-nos a paz! Pois vós nos tendes tratado segundo o nosso procedimento.
13. Senhor, nosso Deus, outros senhores, além de vós, nos têm dominado, mas não queremos reconhecer outro senão vós.
14. Os mortos não reviverão, as sombras não ressuscitarão, porque vós os castigastes e destruístes e apagastes até sua memória.
15. Aumentai a nação, Senhor (aumentai a nação), manifestai vossa grandeza, e dilatai as fronteiras da nação.
16. Senhor, na tribulação, nós vos buscamos, e clamamos a vós na angústia em que vosso castigo nos abate.
17. Como uma mulher grávida, prestes a dar à luz, se retorce e grita em suas dores, assim estamos diante de vós, Senhor:
18. nós concebemos e sofremos para dar à luz (o vento), sem poder dar a salvação à nossa terra; não nasceram novos habitantes no mundo.
19. Que os vossos mortos revivam! Que seus cadáveres ressuscitem! Que despertem e cantem aqueles que jazem sepultos, porque vosso orvalho é um orvalho de luz e a terra restituirá o dia às sombras.
20. Vai, povo meu, entra nos teus quartos, fecha atrás de ti as portas. Esconde-te por alguns instantes até que a cólera passe,
21. porque o Senhor vai sair de sua morada para punir os crimes dos habitantes da terra; porque a terra fará brotar o sangue que ela bebeu, e não ocultará mais os corpos dos assassinados.

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domingo, 2 de dezembro de 2012

As quatro velas do Advento

Liturgicamente, o tempo do Advento (do latim adventus = chegada) corresponde às quatro semanas que antecedem o Natal. As quatro velas representam essas quatro semanas e serão acesas, uma a uma, desde o primeiro domingo do Advento até o quarto domingo, sucessivamente. Via de regra as cores das velas devem corresponder à cor do tempo litúrgico - roxa -, diferenciando-se a terceira vela - rosa - como alegre preparação para a vinda do Senhor.
Neste sentido, relembramos que as vestes litúrgicas devem ser de cor roxa, como sinal de nossa conversão em preparação para o Natal, com exceção do terceiro domingo, onde o rosa substitui o roxo, revelando o Domingo da Alegria (ou Domingo Gaudette). O Advento deve ser tempo de celebração onde a sobriedade e a moderação são características peculiares da liturgia, evitando-se antecipar a plena alegria da festa do Natal de Jesus. Por isso, neste período não se entoa o "Glória" e nossos passos, nesse recolhimento, seguem em direção ao sublime momento do nascimento de Jesus.

AS QUATRO VELAS
Rito - Na celebração eucarística, um pequeno rito pode ser colocado no início da celebração, liturgia da palavra ou qualquer outro momento conforme o designar o celebrante. O acender das velas, normalmente é aberto com a bênção das velas, canto e oração própria. Seria também muito próprio fazer, em nossas casas, uma breve oração e acendimento das velas nos Domingos que antecedem o natal.

1º Domingo do Advento - Acende-se a PRIMEIRA VELA (ROXA)
A luz nascente nos conclama a refletir e aprofundar a proximidade do Natal, onde Cristo, Salvador e Luz do mundo brilhará para a humanidade. Lembra ainda o perdão concedido a Adão e Eva. A cor roxa nos recorda nossa atitude de vigilância diante da abertura e espera do Senhor que virá.
Oração
A luz de Cristo, que esperamos neste Advento, enxugue todas as lágrimas, acabe com todas as trevas, consolem quem está triste e encha nossos corações da alegria de preparar sua vinda neste novo ano de graça!

2º Domingo do Advento - Acende-se a SEGUNDA VELA (ROXA)
A segunda vela acesa nos convida ao desejo de conversão, arrependimento dos nossos pecados e também o compromisso de prepararmos, assim como São João Batista, o caminho do Senhor que virá. Esta vela lembra ainda a fé dos patriarcas e de São João Batista, que anuncia a salvação para todos os povos.
Oração
A luz de Cristo, que esperamos neste Advento, enxugue todas as lágrimas, acabe com todas as trevas, console quem está triste e encha nossos corações da alegria de preparar sua vinda neste novo ano de graça!

3º Domingo do Advento - Acende-se a TERCEIRA VELA (Rosa)
A terceira vela acesa nos convida à alegria e ao júbilo pela aproximação da chegada de Jesus. A cor litúrgica de hoje, o rosa, indica justamente o Domingo da Alegria, ou o Domingo Gaudette, onde transborda nosso coração de alegria pela proximidade da chegada do Senhor. Esta vela lembra ainda a alegria celebrada pelo rei Davi e sua promessa que, agora, está se cumprindo em Maria.
Oração
Alegrai-vos sempre no Senhor! De novo vos digo: Alegrai-vos! O Senhor está perto"

4º Domingo do Advento - Acende-se a QUARTA VELA (ROXA)
A quarta vela marca os passos de preparação para acolher o Salvador, nossa expectativa da chegada definitiva da Luz ao mundo. Simboliza ainda nossa fé em Jesus Cristo, que ilumina todo homem que vem a este mundo e também os ensinamentos dos profetas, que anunciaram a chegada do Salvador.
Oração
Céus, deixai cair o orvalho; nuvens, chovei o justo; abra-se a terra, e brote o Salvador!

http://www.capoeiras.org.br/detalhe_00500.php?cod_select=733&cod_002=1
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1º DOMINGO DO ADVENTO


(Lc 21,25-28.34-36)

Neste domingo damos início ao Tempo do Advento. Tempo dedicado à reflexão e preparação para a chegada do Senhor. Hoje lemos o capítulo 21 do Evangelho de Lucas que é um apocalipse. É uma linguagem usada para tempos difíceis, cuja finalidade é animar as comunidades para a denúncia profética e resistência diante das dificuldades. E em nossa caminhada, cheia de conflitos, somos chamados a levantar a cabeça e ficar de pé, pois o Cristo, tendo vencido as forças da morte, está vivo e virá para nos salvar definitivamente. Por isso, Jesus nos pede vigilância no sentido de discernimento, lucidez, senso crítico em relação à sociedade e aos acontecimentos da história. Vigilância esta que é sempre acompanhada pela oração.

Frei Germano Guesser, OFM – Gaspar/SC – Folhinha do Sagrado Coração de Jesus

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Lc 21,25-28.34-36

Lc 21,25-28.34-36


25. Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas. Na terra a aflição e a angústia apoderar-se-ão das nações pelo bramido do mar e das ondas.

26. Os homens definharão de medo, na expectativa dos males que devem sobrevir a toda a terra. As próprias forças dos céus serão abaladas.

27. Então verão o Filho do Homem vir sobre uma nuvem com grande glória e majestade.

28. Quando começarem a acontecer estas coisas, reanimai-vos e levantai as vossas cabeças; porque se aproxima a vossa libertação.

[...]

34. Velai sobre vós mesmos, para que os vossos corações não se tornem pesados com o excesso do comer, com a embriaguez e com as preocupações da vida; para que aquele dia não vos apanhe de improviso.

35. Como um laço cairá sobre aqueles que habitam a face de toda a terra.

36. Vigiai, pois, em todo o tempo e orai, a fim de que vos torneis dignos de escapar a todos estes males que hão de acontecer, e de vos apresentar de pé diante do Filho do Homem.



Leia mais em: http://www.bibliacatolica.com.br

A Oração de DEZEMBRO

Jesus, Deus Menino, com São Francisco de Assis quero celebrar seu santo Natal. Contemplá-lo no presépio, na família, no coração das pessoas. Cantar com os anjos glória a Deus nas alturas e pedir paz a toda criatura humana de boa vontade, por Ele amada. Menino Jesus, que todo lar se transforme em nova Belém, que o mundo inteiro sinta a ternura do seu amável Coração divino-humano e, neste Natal, elimine a discórdia, a tristeza, a violência, e semeie amorosamente a união, a alegria e a paz. Amém!

Frei Agostinho Salvador Piccolo, OFM – Folhinha do Sagrado Coração de Jesus

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