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Imagem da reflejosdeluz.net

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Na tribulação (Sl 140)



(Heb. 141) Salmo de Davi. Senhor, eu vos chamo, vinde logo em meu socorro; escutai a minha voz quando vos invoco.
Que minha oração suba até vós como a fumaça do incenso, que minhas mãos estendidas para vós sejam como a oferenda da tarde.
Ponde, Senhor, uma guarda em minha boca, uma sentinela à porta de meus lábios.
Não deixeis meu coração inclinar-se ao mal, para impiamente cometer alguma ação criminosa. Não permitais que eu tome parte nos festins dos homens que praticam o mal.
Se o justo me bate é um favor, se me repreende é como perfume em minha fronte. Minha cabeça não o rejeitará; porém, sob seus golpes, apenas rezarei.
Seus chefes foram precipitados pelas encostas do rochedo, e ouviram quão brandas eram as minhas palavras.
Como a terra fendida e sulcada pelo arado, assim seus ossos se dispersam à beira da região dos mortos.
Pois é para vós, Senhor, que se voltam os meus olhos; eu me refugio junto de vós, não me deixeis perecer.
Guardai-me do laço que me armaram, e das ciladas dos que praticam o mal.
Caiam os ímpios, de uma vez, nas próprias malhas; quanto a mim, que eu escape são e salvo.

[imagem da web]

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