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domingo, 1 de fevereiro de 2009

As Águas Purificadoras (Ez 47.1-12)



"1 Depois disso me fez voltar à entrada do templo; e eis que saíam umas águas por debaixo do limiar do templo, para o oriente; pois a frente do templo dava para o oriente; e as águas desciam pelo lado meridional do templo ao sul do altar. 2 Então me levou para fora pelo caminho da porta do norte, e me fez dar uma volta pelo caminho de fora até a porta exterior, pelo caminho da porta oriental; e eis que corriam umas águas pelo lado meridional. 3 Saindo o homem para o oriente, tendo na mão um cordel de medir, mediu mil côvados, e me fez passar pelas águas, águas que me davam pelos artelhos. 4 De novo mediu mil, e me fez passar pelas águas, águas que me davam pelos joelhos; outra vez mediu mil, e me fez passar pelas águas, águas que me davam pelos lombos. 5 Ainda mediu mais mil, e era um rio, que eu não podia atravessar; pois as águas tinham crescido, águas para nelas nadar, um rio pelo qual não se podia passar a vau. 6 E me perguntou: Viste, filho do homem? Então me levou, e me fez voltar à margem do rio. 7 Tendo eu voltado, eis que à margem do rio havia árvores em grande número, de uma e de outra banda. 8 Então me disse: Estas águas saem para a região oriental e, descendo pela Arabá, entrarão no Mar Morto, e ao entrarem nas águas salgadas, estas se tornarão saudáveis. 9 E por onde quer que entrar o rio viverá todo ser vivente que vive em enxames, e haverá muitíssimo peixe; porque lá chegarão estas águas, para que as águas do mar se tornem doces, e viverá tudo por onde quer que entrar este rio. 10 Os pescadores estarão junto dele; desde En-Gedi até En-Eglaim, haverá lugar para estender as redes; o seu peixe será, segundo a sua espécie, como o peixe do Mar Grande, em multidão excessiva. 11 Mas os seus charcos e os seus pântanos não sararão; serão deixados para sal.12 E junto do rio, à sua margem, de uma e de outra banda, nascerá toda sorte de árvore que dá fruto para se comer. Não murchará a sua folha, nem faltará o seu fruto. Nos seus meses produzirá novos frutos, porque as suas águas saem do santuário. O seu fruto servirá de alimento e a sua folha de remédio".

PARÁBOLA DAS ÁGUAS EM ELEVAÇÃO (Ez.47.1-12)
Há um paralelo entre a visão do profeta Ezequiel (Ez.43.7-9) e a de João (Ap.22.1,3), ambas com água que saiam do trono de Deus.
Percebam que o homem, anjo ou mensageiro de Deus com o cordel de medir entra em ação. As águas fluem do templo e como (João 7.37-39), rios de águas vivas fluirão do interior.
Diz a palavra que por onde as águas passavam, criavam vida e assim tem que ser as águas que emergem de nossa boca, produzir vida para todo solo seco, desértico.
Esta água não pode ser uma única medida, porém tem que ser cada vez maior.
(Ez.47.11) Porém se passas por lugares que não recebam esta água curadora, não ficaram saudáveis.
Espírito Santo como Rio de vida (Is.44.3; Ez.36.25; Zc.13.1;João 7.37-39).

Refletindo...
Ao entregarmos nossa vida a Cristo, devemos estar conscientes de que nos tornamos santuários do Espírito Santo e depositários da Palavra de Deus, e isto, na medida em que nos relacionamos com o Senhor. Quanto mais tempo investirmos em oração e leitura da Palavra, tanto mais seremos cheios do poder de Deus!
Muitos querem “nadar” nas profundezas de Deus, mas não estão dispostos a pagar o preço de uma entrega absoluta! Não raramente as “águas de Deus” não passam de nossos artelhos, quando deveriam nos envolver totalmente!
Que possamos permitir ao Espírito de Deus nos dominar, nos abençoar, nos tornando “abençoadores” de outras vidas.
Assim como as águas produziam vida e frutificação por onde passavam, que nós também nos tornemos doadores da vida de Deus e frutifiquemos, abençoando aqueles que precisam de nós!

(Pesquisa: web)
(Foto: arquivo pessoal)

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